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domingo, 6 de novembro de 2016

Casa onde o Poeta Carlos Drummond de Andrade morou dos 2 aos 13 anos, em Itabira vira museu. --- House where the poet Carlos Drummond de Andrade lived from 2 to 13 years in Itabira turns museum.

Carlos Drummond de Andrade (Itabira, 31 de outubro de 1902 — Rio de Janeiro, 17 de agosto de 1987) foi um poeta, contista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX.

Drummond foi um dos principais poetas 
da segunda geração do Modernismo brasileiro.

Biografia
Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Seus antepassados, tanto do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo estabelecidas no Brasil. 

Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte, no Colégio Arnaldo, e em Nova Friburgo com os jesuítas no Colégio Anchieta. Formado em farmácia pela Universidade Federal de Minas Gerais, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil.

Em 1925, casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio, que viveu apenas meia hora (e a quem é dedicado o poema "O que viveu meia hora", presente em Poesia completa, Ed. Nova Aguilar, 2002), e Maria Julieta Drummond de Andrade.

No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. 

Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua filha. Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas. Sua morte ocorreu por infarto do miocárdio e insuficiência respiratória.

Em 1987, meses antes de sua morte, a escola de samba Mangueira o homenageou no Carnaval com o enredo "O Reino das Palavras", sagrando-se campeã do Carnaval Carioca naquele ano.

Existe colaboração de sua autoria no semanário Mundo Literário  (1946–1948).

Drummond e o modernismo brasileiro

Papel na Leida

Drummond, como os modernistas, segue a libertação proposta por Mário e Oswald de Andrade; com a instituição do verso livre, mostrando que este não depende de um metro fixo. Se dividirmos o modernismo numa corrente mais lírica e subjetiva e outra mais objetiva e concreta, Drummond faria parte da segunda, ao lado do próprio Oswald de Andrade.

Poesia de Drummond
"Memorial Carlos Drummond de Andrade", Foto do  em Itabira.


Troféu Carlos Drummond Andrade, uma láurea da coluna
social itabirana, para personalidades de destaque.

Quando se diz que Drummond foi o primeiro grande poeta a se afirmar depois das estreias modernistas, não se está querendo dizer que Drummond seja um modernista. De fato herda a liberdade linguística, o verso livre, o metro livre, as temáticas cotidianas.

Mas vai além. "A obra de Drummond alcança — como Fernando Pessoa ou Jorge de Lima, Herberto Helder ou Murilo Mendes — um coeficiente de solidão, que o desprende do próprio solo da História, levando o leitor a uma atitude livre de referências, ou de marcas ideológicas, ou prospectivas", afirma Alfredo Bosi (1994).

Affonso Romano de Sant'ana costuma estabelecer a poesia de Carlos Drummond a partir da dialética "eu x mundo", desdobrando-se em três atitudes:

Eu menor que o mundo — marcada pela poesia social

Eu igual ao mundo — abrange a poesia metafísica

Sobre a poesia política, algo incipiente até então, deve-se notar o contexto em que Drummond escreve. A civilização que se forma a partir da Guerra Fria está fortemente amarrada ao neocapitalismo, à tecnocracia, às ditaduras de toda sorte, e ressoou dura e secamente no eu artístico do último Drummond, que volta, com frequência, à aridez desenganada dos primeiros versos:

A poesia é incomunicável / Fique quieto no seu canto. / Não ame. Muito a propósito da sua posição política, Drummond diz, curiosamente, na página 82 da sua obra "O Observador no Escritório", Rio de Janeiro, Editora Record, 1985, que "Mietta Santiago, a escritora, expõe-me sua posição filosófica: Do pescoço para baixo sou marxista, porém do pescoço para cima sou espiritualista e creio em Deus." No final da década de 1980, o erotismo ganha espaço na sua poesia até seu último livro.






Cultura e conhecimento são ingredientes essenciais para a sociedade.

A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

O tempo voa, obras de arte são para a eternidade, sem rugas!




--in via tradutor do google
House where the poet Carlos Drummond de Andrade lived from 2 to 13 years in Itabira turns museum.

Carlos Drummond de Andrade (Itabira, October 31, 1902 - Rio de Janeiro, August 17, 1987) was a poet, short story writer and Brazilian chronicler, considered by many the most influential Brazilian poet of the twentieth century.

Drummond was one of the leading poets of the second generation of Brazilian Modernism.


Biography
Born in Minas Gerais, in a city whose memory would pervade part of his work, Itabira. His ancestors, both maternal side as father, belong to families long established in Brazil.

Later, he went to study in Belo Horizonte, the College Arnold, and in Nova Friburgo with the Jesuits at the College Anchieta. Degree in pharmacy from the Federal University of Minas Gerais, with Emilio Moura and other partners, he founded "The Journal" to promote modernism in Brazil.

In 1925, he married Dolores Dutra de Morais, with whom he had two children, Carlos Flavio, who lived only half an hour (and to whom is dedicated the poem "What lived half an hour", present in full Poetry, Ed. New Aguilar, 2002), and Maria Julieta Drummond de Andrade.

In the same year he published the first poetic work, "Some poetry" (1930), his poem Sentimental is declaimed in "very modern poetry of Brazil" conference, made in the summer school of the Faculty of Arts of Coimbra, by Professor Chair Brazilian Studies, Dr. Manoel de Souza Pinto, in the context of dissemination policy of Brazilian literature in Portuguese Universities.

During most of his life, Drummond was official, although it began to write early and continuing until his death, which occurred in 1987 in Rio de Janeiro, twelve days after the death of his daughter. In addition to poetry, produced children, short stories and chronicles books. His death occurred myocardial infarction and respiratory failure.

In 1987, months before his death, the Mangueira samba school honored him at the Carnival with the theme "The Kingdom of the words" sagrando up champion Rio Carnival that year.

There is collaboration of his own in the weekly Literary World (1946-1948).

Drummond and Brazilian modernism

Role in Leida
Drummond, as the modernists, following the release proposed by Mário and Oswald de Andrade; with the free verse institution, showing that this does not depend on a fixed meter. If we divide modernism in current more lyrical and subjective and a more objective and concrete, Drummond would be part of the second, beside himself Oswald de Andrade.

Drummond Poetry

Photo of the "Memorial Carlos Drummond de Andrade" in Itabira.

Trophy Carlos Drummond Andrade, one of laurel Itabira social column for prominent personalities.

When it is said that Drummond was the first great poet to assert after the modernists premieres, you are not saying that Drummond is a modernist. In fact inherits linguistic freedom, free verse, free meter, everyday themes.

But it goes beyond. "Drummond's work reaches - as Fernando Pessoa and Jorge de Lima, Herberto Helder or Murilo Mendes - a coefficient of loneliness, which gives off the very soil of history, leading the reader to a free attitude references, or ideological marks, or forward-looking, "said Alfredo Bosi (1994).

Affonso Romano Sant'ana usually establish Carlos Drummond poetry from the dialectic "I x world", unfolding in three attitudes:


I less than the world - marked by social poetry

I like the world - covers the metaphysical poetry
On political poetry, something inchoate until then, it should be noted the context in which Drummond writes. The civilization that forms from the Cold War is strongly tied to neo-capitalism, the technocracy, the dictatorships of all kinds, and resounded hard and dryly in I Artistic last Drummond, who returns often to the hopeless aridity of the first verse: poetry is incommunicable / I Am quiet in your corner. / Do not love. Much the way of his political position, Drummond says, interestingly, on page 82 of his book "The Watcher in the office", Rio de Janeiro, Editora Record, 1985 "Mietta Santiago, writer, exposes me your philosophical position: from the neck down I am a Marxist, but from the neck up'm spiritual and I believe in God. " In the late 1980s, eroticism gaining ground in his poetry until his last book.

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