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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Walking museum will tour the Republic of Ghana. --- Museu ambulante vai percorrer a República do Gana.

All regions of the African country will be visited by a "kiosk museum" filled with photographs, documents and cultural artifacts. Nana Oforiatta Ayim, Ghana's natural writer and director, had the idea of ​​building this wheeled container. Ayim is also the founder of ANO, a nonprofit arts space in Accra, the capital of the country.

The idea was inspired by a characteristic feature of African architecture: the use of semilegal containers which are present in most regions throughout the continent and are commonly used for trade. Mechanics, hairdressers or grocers are some of the users of these reduced spaces.

DK Osseo-Asare, an architect who spent more than a decade studying kiosk culture and building new units in Ghana and Nigeria, collaborated with Ayim on the recent project. Osseo-Asare criticizes government policies that have been destroying metal structures in recent years.

Latifah Idriss, a Ghanaian architect who also collaborated with Ayim in the development of alternative museums, told the British daily The Guardian that containers "are not considered appropriate" by the government because, "in a country lacking wealth, structures represent the architecture of poverty".

One of Ayim's goals is to counteract this dislike of kiosks and celebrate their informal structure. In December the artist will start a route that passes through the ten regions of Ghana, starting with the city of Accra.

"A learning tool"

According to Ayim, the exhibition inside the kiosk will be different in all locations. The organizer asks visitors to bring objects - photographs, videos, documents or old letters - that can be displayed inside the museum so that other people can interact with them.


The creator of this project took into consideration how material culture can be presented in a way that is more closely tied to local traditions. For this reason, Ayim believes that galleries in traditional spaces do not make sense in regions or countries such as Ghana, where art plays a different role in society.

But the "museum kiosk" has already been premiered at previous events. The Chale Wote urban art festival in Accra this year presented one of these containers. Nana Boateng, a visitor to the space, told The Guardian that "most people in Ghana buy bread and milk in these spaces, so they will not be intimidated when they enter."

He also believes that the use of such a model familiar to the populations to make an artistic exhibition is "a brilliant and very pertinent learning tool".







fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti


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--br
Museu ambulante vai percorrer a República do Gana.

Todas as regiões do país africano vão receber a visita de um “museu quiosque” recheado de fotografias, documentos e artefactos culturais. Nana Oforiatta Ayim, escritora e realizadora natural do Gana, foi quem teve a ideia de construir este contentor sobre rodas. Ayim é também fundadora da ANO, um espaço artístico sem fins lucrativos em Acra, a capital do país.

A ideia foi inspirada por um traço característico da arquitetura africana: a utilização de contentores semilegais que estão presentes na maioria das regiões por todo o continente e que são habitualmente usados para o comércio. Mecânicos, cabeleireiros ou vendedores de mercearias são alguns dos utilizadores destes espaços reduzidos.

DK Osseo-Asare, arquiteto que passou mais de uma década a estudar a cultura dos quiosques e a criar novas unidades no Gana e na Nigéria, colaborou com Ayim no recente projeto. Osseo-Asare critica as políticas governamentais que têm vindo a destruir as estruturas metálicas nos últimos anos.

Latifah Idriss, arquiteta ganesa que também colaborou com Ayim no desenvolvimento dos museus alternativos, afirmou ao diário britânico The Guardian que os contentores “não são considerados como apropriados” pelo Governo pois, “num país com falta de riqueza, as estruturas representam a arquitetura da pobreza”.

Um dos objetivos de Ayim é contrariar esta aversão pelos quiosques e celebrar a sua estrutura informal. Em dezembro a artista vai iniciar uma rota que passa pelas dez regiões do Gana, começando pela cidade de Acra.

"Uma ferramenta de aprendizagem"

Segundo Ayim, a exposição no interior do quiosque vai ser diferente em todas as localidades. A organizadora pede aos visitantes que tragam objetos - fotografias, vídeos, documentos ou cartas antigas - que possam ser expostos dentro do museu de modo a que outras pessoas possam interagir com os mesmos.

A criadora deste projeto teve em consideração o modo como a cultura material pode ser apresentada de forma a manter-se mais ligada às tradições locais. Por essa razão, Ayim considera que as galerias em espaços tradicionais não fazem sentido em regiões ou países como o Gana, onde a arte representa um papel diferente na sociedade.

Mas os “museu quiosque” já foram estreados em eventos anteriores. O festival de arte urbana Chale Wote, em Acra, apresentou este ano um destes contentores. Nana Boateng, uma das visitantes do espaço, afirmou ao The Guardian que “a maioria das pessoas de Gana compra o pão e o leite nestes espaços, por isso não vão ficar intimidadas ao entrar”.

Acredita ainda que a utilização de um modelo tão familiar às populações para fazer uma exposição artística é "uma ferramenta de aprendizagem brilhante e muito pertinente”.


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