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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Since 2008, the Festa de Santa Bárbara is considered Intangible Heritage of Bahia, Brazil, of the Institute of Cultural and Artistic Heritage of Bahia (Ipac).. --- Desde 2008, a Festa de Santa Bárbara é considerada Patrimônio Imaterial da Bahia, Brasil, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac).

Festa has a series of popular festivities that will take place in the capital until January. Dawn, mass, procession and caruru in Barroquinha.



The cult to the saint happens since 1641, in Salvador, according to the organ. At the time, it was constituted the Morgado de Santa Bárbara, at the foot of Ladeira da Montanha, that belonged to the couple Francisco Pereira Lago and Andressa de Araújo. A fire destroyed the morgado, formed basically by the property of the couple and by a chapel, where was the image of Santa Bárbara. Thus, she was transferred to the Church of the Holy Body and then to the Church of Our Lady of the Rosary of the Blacks, in Largo do Pelourinho, where it remains until today.

According to Catholic tradition, Santa Barbara was a young woman who lived in the area where today is Turkey, in the third century. She was the daughter of a nobleman of the region who left her locked in a tower. The young Barbara had many suitors for being, according to Catholicism, a beautiful woman. Only she would not take any. Her father then decided that she needed to get along with society and allowed her to leave the tower. It was when he met Christians who presented him with the story of Jesus Christ. Barbara was baptized by a priest from the region of Alexandria.

Her father would not accept her following the new religion, and so he denounced her to the local authorities so that she would be tortured and renounce her faith. Since this did not happen, she was condemned to death and executed. The Catholic tradition says that at the moment, thunder sounded and lightning made Barbara's father die.

Iansã, on the other hand, is one of the best-known orishas of Afro-Brazilian religions. Also called Oya, it is the goddess of the Niger River, one of the largest in Africa. Of strong temperament, she is a warlike goddess, who is usually greeted by thunder. This similarity was one of the reasons why it was associated, in syncretism, with Santa Barbara.

In colonial Brazil, when candomblé was banned, blacks who came from Africa were forced to follow the official religion in the country: Catholicism. Thus, in order to continue to worship his own religion, syncretism was the alternative found.

Mass was celebrated, flowers, lavender and caruru

This year, the theme of the feast of St. Barbara was "Saint Barbara, mirror of obedience and faithfulness, help us to persevere in faith in Christ our Redeemer." The feast, organized by the faithful of the Church of Our Lady of the Rosary of the Blacks, began with a dawn and a camp service, presided over by Father Muniz.

Then the image of the saint followed in procession through the Historic Center, receiving the affection and many petals of red and white roses from the people who accompanied the procession.

A crowd soon formed. One of the highlights was the passage in front of the headquarters of the sons of Gandhy Afoxé, where the procession was received with sprinkles of lavender sap, besides the petals - all accompanied by the sound of the atabaques. It was like this until reaching the headquarters of the 1st Military Fire Brigade Group (Barroquinha). There devotees were given the traditional hose bath.

After the religious ceremony, what was not lacking were people following the traditional caruru, offered at the Barracks of the Fire Department and at the Santa Bárbara Market in Baixa dos Sapateiros. The acarajé, dedicated to Iansã, was not left out either: during the procession, baianas distributed the cookie to the devotees during the procession.








fonte: @edisonmariotti #edisonmariotti

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Desde 2008, a Festa de Santa Bárbara é considerada Patrimônio Imaterial da Bahia, Brasil, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac).

Festa tem uma série de festejos populares que ocorrerão na capital até janeiro. Alvorada, missa, procissão e caruru na Barroquinha.

O culto à santa acontece desde 1641, em Salvador, de acordo com o órgão. Na época, foi constituído o Morgado de Santa Bárbara, no pé da Ladeira da Montanha, que pertencia ao casal Francisco Pereira Lago e Andressa de Araújo. Um incêndio destruiu o morgado, formado basicamente pela propriedade do casal e por uma capela, onde ficava a imagem de Santa Bárbara. Assim, ela foi transferida para a Igreja do Corpo Santo e, depois, para a Igreja da Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Largo do Pelourinho, onde fica até hoje.

Segundo a tradição católica, Santa Bárbara foi uma jovem que vivia na região onde hoje fica a Turquia, no século III. Ela era filha de um nobre da região que a deixava trancada em uma torre. A jovem Bárbara tinha muitos pretendentes por ser, de acordo com o catolicismo, uma mulher bonita. Só que ela não aceitava nenhum. Seu pai decidiu, então, que ela precisava conviver mais com a sociedade e permitiu que ela saísse da torre. Foi quando conheceu cristãos que lhe apresentaram a história de Jesus Cristo. Bárbara foi batizada por um padre vindo da região de Alexandria.

Seu pai não aceitava que ela seguisse a nova religião e, assim, a denunciou às autoridades locais, para que ela fosse torturada e renunciasse à sua fé. Como isso não aconteceu, ela foi condenada à morte e executada. A tradição católica afirma que, neste momento, um trovão soou e um relâmpago fez com que o pai de Bárbara morresse.

Iansã, por outro lado, é um dos mais conhecidos orixás das religiões afro-brasileiras. Também chamada de Oyá, é a deusa do Rio Níger, um dos maiores da África. De temperamento forte, é uma deusa guerreira, que costuma ser saudada pelos trovões. Essa semelhança foi um dos motivos para que fosse associada, no sincretismo, à Santa Bárbara.


No Brasil colonial, quando o candomblé era proibido, os negros que vieram da África eram forçados a seguir a religião oficial no país: o catolicismo. Assim, para conseguir continuar cultuando sua própria religião, o sincretismo foi a alternativa encontrada.

Comemoração teve missa, flores, alfazema e caruru
Este ano, o tema da festa de Santa Bárbara foi “Santa Bárbara, espelho de obediência e fidelidade, ajudai-nos a sermos perseverantes na fé em Cristo, nosso Redentor”. A festa, organizada pelos fiéis da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, começou com alvorada e missa campal, presidida pelo padre Muniz.

Em seguida, a imagem da santa seguiu em procissão pelo Centro Histórico, recebendo o carinho e muitas pétalas de rosas vermelhas e brancas das pessoas que acompanhavam o cortejo.

Uma multidão logo se formou. Um dos pontos altos foi a passagem na frente da sede do afoxé Filhos de Gandhy, onde a procissão foi recebida com borrifadas de seiva de alfazema, além das pétalas – tudo isso acompanhado pelo som dos atabaques. Foi assim até chegar à sede do 1º Grupamento de Bombeiros Militar (Barroquinha). Lá, os devotos receberam o tradicional banho de mangueira.

Depois da cerimônia religiosa, o que não faltou foi gente seguindo para o tradicional caruru, oferecido no Quartel do Corpo de Bombeiros e no Mercado de Santa Bárbara, na Baixa dos Sapateiros. O acarajé, dedicado à Iansã, também não ficou de fora: durante o cortejo, baianas distribuíam o bolinho aos devotos durante a procissão.

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