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quinta-feira, 9 de março de 2017

Encontro do NÚCLEO DE ESTUDOS DE HISTÓRIA ORAL ( NEHO ) / USP

O artigo analisa a relação entre a dimensão conceitual da comunicação nas esferas e a dimensão comunicativa da experiência estética em sua expressividade hipermidiática. A análise baseia-se em princípios hermenêutico-fenomenológicos e propõe uma leitura particular da dimensão técnica da hipermídia, como uma nova forma de manifestação da compreensão. A comunicação nas esferas é compreendida como a possibilidade do alcance do nível da reflexão analítica por parte da linguagem hipermidiática. O privilégio da pergunta à pergunta, à busca, ao estranhamento e à multiplicidade de respostas é uma das características dessa nova forma de compreensão.

hipermídia, comunicação nas esferas, comunicação e experiência estética, entrevista, morada, áurea, vozes de Chernobil 








O texto para discussão se encontra no link abaixo:












Leitura recomendada

A historia oral do desastre nuclear

Em abril de 1986, uma explosão na usina nuclear de Chernobil, na Ucrânia — então parte da finada União Soviética —, provocou uma catástrofe sem precedentes: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera e a cidade de Pripyat teve que ser imediatamente evacuada.




 
Tão grave quanto o acidente foi a postura dos governantes soviéticos, que expunham trabalhadores, cientistas e soldados à morte durante os reparos na usina. Pessoas comuns, que mantinham a fé no grande império comunista, pereciam após poucos dias de serviço.


Por meio das vozes dos envolvidos na tragédia, Svetlana constrói este livro arrebatador, que tem a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. Uma obra-prima do nosso tempo.

Escrito pela bielorrussa Svetlana Alexiévitch, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 2015, "Vozes de Tchernóbil" (Companhia das Letras) traz depoimentos de cientistas, soldados, operários e viúvas das vítimas do episódio. O número de mortos continua um mistério até hoje.

Svetlana levou dez anos para escrever o livro, que foi originalmente publicado em 1997 e chegou a ser proibido em Belarus. Até aqui, a autora era inédita no Brasil – sua obra já foi traduzida para mais de dez idiomas.





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